Se você quiser decidir algo por mim, aproveite. Pois a partir desse instante, me isento de qualquer responsabilidade pelos meus não atos.
Se é sua escolha, que eu tenho a ver com isso? Se é sua verdade, que eu posso fazer com isso? Agora quando eu abrir meus olhos e tiver de encarar essa realidade indesejada e ignorável, eu sei que quem vai ter de beber dessa água intratável e intragável serei eu, então recomendo que não leia as próximas linhas, elas serão indiretamente direcionadas à culpar você.
Eu avisei que meu coração era indesejável, impenetrável e intragável. Mas sua inocência e sua crença te fizeram acreditar que eu seria como um barro a ser moldado por você. É sua culpa por acreditar naquilo que não deve, confiar no mundo, achar que minha indiferença fazia parte de um medo que eu não superava. Se há medo não quero superá-lo e não irei estou em minha zona de conforto e você está tentando penetrar minhas barreiras. Não ultrapasse os limites.
Já ouviu aquela do gigante atrás da gaiola? Então...sou como o gigante atrás da gaiola. E não estou dizendo errado. É atrás mesmo. E nem pense que você pode simplesmente ultrapassar a gaiola, ou quebrar a gaiola, ou pular a gaiola, ou seja lá que raios essa sua mente de criatividade idiota pode inventar para ultrapassar a gaiola. Porque o que há atrás dela é um gigante. Você já viu um gigante? Então continue assim.
Eu estive em um conto de fadas e as fadas morreram. Você achou que era um príncipe, mas sua armadura era de papelão, seu cavalo era seu melhor amigo idiota e sua espada fora quebrada com a realidade da vida. Esqueça a princesa indefesa, esqueça a salvação e esqueça que você pode fazer alguma coisa para chegar até mim.
Porque não dá mais pra cronometrar o tempo passando no relógio que o gigante quebrou. Não dá pra abrir a porta da gaiola que o gigante emperrou. E mais do que isso, a partir de agora o gigante não se responsabiliza pelos danos causados. Você está por sua conta e risco. Be carefull!

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